terça-feira, 25 de novembro de 2008

V Insula - viagem de regresso


Não me lembro de nada
Mas vou contar uma história engraçada
Era uma vez a pequena Madalena
Que vivia no meio do nada

Conheceu o Adão
Que conduzia uma furgoneta
E descobriu que era só com uma mão
Porque ele era maneta

Refrão 1:
E eles foram procriar
Fajã de Cima queriam colonizar
E o amor ficaram a fazer
Até ao amanhecer

O Adão é XL
E a Madalena quer ficar com “éle”
Deu-lhe uma criptomérida no Natal
E ele disse: “Tu cheiras mal!”

“Não cheiro mal, não
São os micróbios do teu irmão
Vamos mas é p’ró helicóptero dar uma…
Curva no monte!”

Refrão 2:
E eles foram a voar
E até Júpiter foram parar
E viram lá um cagarro
A fumar um charro

E foi só vestir
O pára-quedas e deixar-se cair
Ir até Vista do Rei ver os patinhos
Que estavam lá nos seus ninhos

Madalena olhou
“Cabe um corvo aqui dentro” gritou
“Eu já comia pastéis de bacalhau
Só vejos chupos! Muhh! Isto está mau…”

Refrão 3:
“Mas que confusão
Hoje nem fiz a depilação
E andei p’raí a voar
Com o Adão!”


(música: T2)

VI Moura Encantada - viagem de regresso

P’ra Faro partimos
Cantámos e rimos
Sr. Pedro a guiar
Enquanto viajámos
Nunca nos calámos
Sempre a irritar

“Repámos” um som
Ficou muita bom
Com um ganda beat
Na minha opinião
No próximo Verão
Vai ser o novo hit

Refrão 1:
Viemos p’ra Faro p’ra nos divertir
Na primeira noite fomos logo sair
No dia seguinte, fomos para a praça
Cantámos, tocámos, e ainda saltámos
Com limões de graça

De entre as vets
3 caloiretes
Escolheram madrinha
E as veteranas
Sábias soberanas
Passaram a Santinha

Foram noites loucas
No fim eram poucas
As resistentes
Embora cansadas
Fecharam a pista
Muito contentes

Refrão 2:
Viemos p’ra Faro p’ra nos divertir
E as pandeiretas quase a cair
E quando no palco chegou a nossa hora
Fizemos sucesso, arrecadámos 4 prémios
E encantámos a moura!

(música: Júlia Florista)

VI Moura Encantada - viagem de ida

Rap da Asdrubalina

Asdrubalina… Dá-me com giletes de
aço na boca!

(Nota: A partir daqui, cantar com sotaque brasileiro)

*beats*

A Asdrubalina
Comeu uma azeitona
Mas caiu-lhe mal
E o vómito veio à tona

(nheca-nheca! Uh! Uh!)

Como ainda tinha fome
Foi comer tiramissu
Não lhe saiu pela boca
Mas saiu-lhe pelo cu

Para se limpar depois
Se dirigiu ao bidé
Estava lá uma gaivota
Com um furúnculo no pé

Se dirigiu ao palheiro
Para usar a mangueira
Apanhou pseudomonas
Escorbuto e caganeira

Estudou em Biomecânica
O momento flector
Mas não conseguiu curar
O seu sistema excretor

Para arejar um pouco
Ligou a ventoinha
Virou o cu para ela
Parecia uma galinha

Apareceu um cafageste
Que a tenteou molestar
Asdrubalina gritou:
"Alguém vem me ajudar?"

A polícia o apanhou
E o levou para a prisão
Afinal tinha cadastro
Por ter molestado uma cão

Foi ter com o promotor
Para o tentar safar
Mas de um crime tão horrendo
Não o pode ilibar

Do momento dipolar
Ele fez um somatório
E no cu do polícia
Botou um supositório

Com tamanha confusão
Lá se consegui safar
E saiu da prisão
Aos pulinhos e a cantar....

SERICAIA YUPI YUPIÁÁÁÁ
SERICAIA YUPI YUPIÁÁÁÁ

(música: Rap dos Matarruanos)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Canções das Caloiras – Trovas 2008 - viagem de regresso

Fomos pr’ó túnel do tempo
Com o Sr. Pedro a guiar (VOL-TI-NHA!)
Para ver o Rei de Copas
E outras histórias de encantar (Estou “marabilhada”!)
Ver o lobisomem fúscia
E a Pantera Cor-de-Rosa
Um iphone com bateria
E a Rajá toda ranhosa

Ia o Gregório na rua
Quando eu me vinha embora
Tinha o fecho éclair aberto
E a salsicha de fora
A polícia apanhou-o
E levou-o a tribunal
Porque andar com aquilo de fora
É anti-constitucional

(pom-pom pom-pom!)

Refrão:
Ai Gregório, ai Gregório
Que te foi acontecer
Deram-te ovos-moles podres
E obrigaram-te a comer
Foi numa grua de pórtico
Que te foram pendurar
Com comichão no ectoplasma
E sem o poder coçar

Ai Gregório, ai Gregório
Que foste deliberar
Fizeste um carrapito
E começaste a abixanar
Fanastes um autobus
Com o lobisomem fúscia
Mais a Pantera Cor-de-Rosa
E fugisteis para a Rússia




(música: A Garagem da Vizinha)

Canções das Caloiras – Trovas 2008 - viagem de ida


(fon fon fon…)

Eu sou um belo vampiro
E vivo do sangue da electrodiálise
Sabe-me a tangerina,
Bebo do pacote ou ponho num cálice

Uso umas jardineiras
Com dois caracóis em tom azulão
Tenho os pezinhos quentinhos
Pois uso umas pantufas de leão

(Não pode!
Ipod!)

Refrão:
Lá ia eu a viajar (a viajar)
Sem contar kilometragem (kilometragem)
Acabou-se-me o gasóleo (gasóleo)
Ia a meio da viagem (da viagem)

Saltei para a estrada aberta (estrada aberta)
Como me hei de eu safar? (me safar)
Vinha lá um asiático... (todo bom!)
Mamma Mia!...Já tenho jantar!


(música "Rústicos pelo Epicurismo", dos Gato Fedorento)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Arraial do Caloiro 2008

Neste arraial, as três coisas mais importantes que aprendi foram:
- Gente bêbeda compra tudo o que lhes pusermos à frente (p.e. pedras com olhos =P)
- Os barris de cerveja pesam bastante mais que o que nós imaginamos, e nunca mais param quando os pomos a rebolar (o que tendo em conta a inclinação da alameda nem sempre é positivo...)
- Na realidade, berrar com os co-workers até funciona...

Cocas

Arraial do Caloiro 2008

Neste arrail aprendi que:

-Podes fazer negócio com o pessoal mais tocadinho e sair a ganhar (nem que seja um pacotinho de gomas);
- Uma caloira consegue ganhar a uma veterana (ver figura 1);
- Quando o cansaço já é tanto a mais pequena coisa faz-te cair no chão e rebolar a rir.

Cotonete

(figura1)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O meu primeiro Arraial

- Não usar a pulseira verde escura que diz “STAFF” porque, embora muito fashion, só significa que tens de lá ficar a limpar no fim.

- Não beber no fim do primeiro dia de arraial porque depois tens de trabalhar e não consegues (nem trabalhar nem mexer-te até à cama)

- Rebolar o barril em vez de o carregar Alameda acima!

Tintim
Ps: O título tinha de ser fuschia para combinar com a barraquinha :D

3 Coisas que aprendi neste Arraial do Caloiro:

- Aprendi que é possivel ter 20 rapazes giros a pedir-nos o número de telefone num espaço de 5 minutos... basta ter acesso à cerveja.
- Aprendi que é possivel chegar a casa com a roupa manchada e a tresandar a álcool e dizer à mãe "Mas eu não bebi nada, mãe, a sério!", sem estar a mentir.
- Aprendi que as pessoas que nos servem as bebidas e nos aturam as fitas quando vamos sair à noite com amigos, merecem todo o nosso respeito... Pois uma pessoa com um copinho a mais consegue ser extremamente desagradável por vezes.
Beijinhos
Cindy

As 3 coisas mais importantes que aprendi neste Arraial

1- Que as portas estão sempre do lado mais longe e que menos jeito nos dá (de preferência, fazem-nos dar pelo menos uma volta ao técnico para cobrir uma distância de 20 metros), e que, para ajudar, os seguranças são tão omnipotentes que encerram os acessos à zona fora do recinto que lhes foi dito para guardar...
2- Que se pode fazer morangoskas sem morangos, e a vodka black também lá fica bem, e que por muito calma que esteja a noite, os pedidos de caipirinhas e afins surgem sempre quando nos falta algum igrediente, quando esgotámos as bases feitas ou quando estamos ocupadas noutra zona - e nunca em grupos de menos de cinco.
3- Que os amigos são como o Natal, encontram-se sempre que o Homem quer...até em pedras da calçada!
Protão

3 coisas que aprendi neste Arraial

ola!
antes de mais peço desculpa pelo atraso mas ontem não consegui mesmo!!

3 coisas que aprendi neste arraial:
Ao contrário da maioria das caloiras este não foi o meu primeiro arraial. É claro que se adquirem novas vivências e foi de facto um arraial muuuuito divertido.
Aprendi a fazer novas bebidas, uns shots com a Mó, uma receita diferente de caipirinha e é claro que "aprendemos" sempre a trabalhar em equipa sob (muita) pressao, qdo se tem mil coisas para fazer e toda a gente sempre a pedir mais qualquer coisa... Aprendi um pouco de uma coreografia nos momentos mais calmos... "Aprendi" a improvisar (quando não temos exactamente o que nos pedem)...
bjs gds
Nestum

Arraial para a Média

Olá!
Aqui vão as três coisas que aprendi no arraial:
- A aturar bebados: isto é, no final da noite fartaram-se de cravar bebida e fartei-me de dizer que precisavamos do dinheiro para a viagem aos açores...
- A conseguir convencer alguem a comprar uma "petrock": A ideia está muito engraçada, adorei a ideia das pedras com os olhos, mas o pessoal fartou-se de gozar e não percebiam o belo animal de estimação que poderiam levar para casa! Não entendo estas pessoas incensíveis!
- Aprendi o que é levar com um barril de cerveja nos pés: isto é, eu virei-me e depois "bumba" levei com o barril nos pés, ao que seguiu com ums berros por parte das outras pessoas que estavam lá, que assustou-me mais do que a propria pancada, e pronto no domingo quando olhei para o meu pé tinha um alto!
E pronto foi o meu arraial...

Beijoca
Média

As três coisas que aprendi no arraial

1- Fazer caipirinhas

• Corta-se o limão não descascado em pedaços.
• Colocam-se os pedaços de limão e duas a três colheres (sopa) de
açúcar.
• Esmaga-se com um socador apenas para liberar o suco do limão;
socadores, ou pilões, ou então na ausência destes utensilios esmaga-se
com a mão
• Adiciona-se gelo picado. Caso este não esteja picado: pega-se num
pano amarelo, pôe-se o gelo neste, pega-se nas pontas do pano a fim
de envolver o gelo e ,com firmeza, bater com pano contra qualquer
canteiro de flores do IST para para que o gelo fique picado
• Coloca-se a cachaça.
• Finalmente, a caiprinha é servida em copos baixos e largos com a
respectiva palhinha

2- Tirar cervejas e a trocar barris de cerveja


• Um fino ou uma imperial é uma cerveja sob num copo fino e alto.
A cerveja em copos finos tem origem em Coimbra, Portugal, quando a cerveja de pressão era ainda servida em copos largos (como canecas) até que, os estudantes começaram a pedir cervejas em copos altos e finos,
daí o nome.

3- A ter paciência para aturar bêbados


• Acho que a imagem fala por si !!!! :)
Quintal

O que aprendi no Arraial do Caloiro 2008

Olá
Este foi o primeiro arraial em que fui com a tuna e na qual pode trabalhar em equipa/ conjunto com as caloiras.
O que aprendi foi me conter isto é no meio de tanto stess, troca de barris de imperiais,caipirinhas, morangolas em espera e muitas outras coisas que aconteceram consegui ficar calma e ao mesmo tempo consegui devertir-me e trabalhar bem (penso eu).
Apesar de só ter ido ao primeiro dia, devo confessar que adorei a experiência e é com muita pena minha que não tive tempo nem oportunidade de aprender a fazer shots e outras coisas que havia para experimentar.
Bjs
Camarão

Arraial do Caloiro 2008

No meu primeiro arraial aprendi que:

- Não volto a por copos de cerveja no chão, porque limpa-los dá algum trabalho.
- Que me chamo plástico em vez de plágio.

E por fim…
- Aprendi que os homens bêbedos fazem figuras muito tristes para conseguirem uma bebida de
graça.


Plágio

Arraial do Caloiro 2008

Neste Arraial aprendi que:

- Devo meter vodka a mais nas bebidas brancas, porque para toda a clientela se queixar num arraial que a bebida está forte demais acho que só tenho mesmo é de acreditar!

- Não devo dizer onde fica a barraquinha da TFIST a certos e determinados amigos já com uma certa (enorme!) pedalada, porque tanto são capazes de comer todos os amendoins do stock em meia hora como de chular todo o pessoal em redor, recorrendo a uma velha técnica de tortura que é a de acabar com a paciência até de um santo.

- Que apesar do facto de estar a trabalhar na barraquinha durante quase todo tempo de arraial e pouco ver os artistas participantes, seria sem dúvida impossível ter-me divertido mais do que diverti!!!

Rajá

No arraial do caloiro aprendi:

Olá!
No arraial do caloiro aprendi:
(1) Não importa quantas pessoas estão a assistir, actuar no IST tem um gostinho especial.
(2) Todas as situações são boas pra matar saudades das pessoas que não vimos há muito tempo.
(3) Apesar de ser cansativo, sabe bem ajudar e cuidar da barraquinha da TFIST.

Um a parte, algumas pessoas parecem ter dupla personalidade...

beijinhos
Santinha

No Arraial do Caloiro aprendi…

1- …A servir imperiais =D;

2- …Que é mais fácil uma pessoa embebedar-se enquanto prepara/serve bebidas do que se estiver do outro lado do balcão a pagá-las. (Porque afinal não fica bem desperdiçar as bebidas que saem mal, tipo imperiais cheias de espuma… Muito menos recusar os shots gentilmente oferecidos por uma fundadora. Seria uma grande chatice…);

3- …Que actuar para um público inexistente é mais difícil do que actuar para uma sala cheia de gente. (Meh… Não dá pica =\ ).

E aprendi mais algumas coisas, mas isto foi o que me veio à cabeça. Para terminar, só queria dizer que o Arraial deu uma grande trabalheira e também algumas dores musculares, mas valeu bem a pena todo o esforço! =) Tenho a certeza que me diverti muito mais assim do que se estivesse lá, na boa, sem nada p’ra fazer, a ver concertos. Até p’ró ano!! =D

Picos*

3 coisas mais importantes que aprendi no Arraial Caloiro 2008

Olá!
Sou a Minimina e para mim as 3 coisas mais importantes que aprendi no arraial foram (estão numeradas mas a não tem a ver com a importância de cada uma)
1. Aprendi que quando estamos a servir imperiais nada de dizer o seu nome (quer verdadeiro, quer de tuna), seja qual for a situação e mesmo que alguém conhecido nos chame, resumindo, de nenhuma maneira divulgar o nome. Caso contrario teremos todos os bebados agarrados á barraca a chamar por nós toda a noite até que, o sr segurança (o salvador) os "empurre" para fora do recinto.
Esta foi á minha custa.
2. Aprendi que só quando as coisas mais pesadas e grandes foram transportadas é que podemos beber mais um pouco, ou então a tarefa de transporte de todo o material será muito mais dificil, pois a resistência ao peso tornar-se-á mais dificil e os percursos até á sala da tuna mais longos. Esta aprendi á custa de algumas queridas irmãs tfist's.
E que me leva á lição nº 3.
3.Aprendi que mais do que noutras situações devemos zelar pelo bem-estar de todas as irmãs caloiras e das nossas veteranas, isto para que ao fim da noite, as irmãs caloiras nos possam ajudar a limpar e arrumar de uma forma que n seja estendidas n chão e as nossas veteranas consigam chegar a casa. Sem dúvida, aprendi a lidar bastante melhor com a pressão dos "clientes" e a fazer o meu trabalho minimamente bem. Aprendi que é importante saber ouvir as outras tfist's e compreender o stress que é estar a trabalhar e servir toda a noite, apoiar as irmãs que têm mais dificuldade ou que estão mais estafadas e portanto a mesmo com a "casa" cheia olhar em volta.
Beijinhos
Minimina

Quais foram as três coisas mais importantes que aprendi neste Arraial?

Este foi o meu primeiro Arraial do Caloiro, pois isso foi algo novo que conheci e aprendi mais do que três coisas, mas como o objectivo desta composição é enumerar as mais importantes, é isso mesmo que vou fazer neste momento.

Aprendi que...

--> ...o trabalho de equipa muito bem organizado é ESSENCIAL para que tudo corra bem e para que todos os objectivos sejam atingidos...

--> ...apesar de haver muito trabalho a fazer, muitas coisas para organizar e muitas pessoas para atender ao mesmo tempo, conseguimos divertir-nos se esse trabalho todo for feito em conjunto, porque há sempre situações engraçadas que acontecem, fazendo com que cheguemos à conclusão que afinal não é tão chato assim aquilo que estamos a fazer...

--> ...estas ocasiões são as melhores para aprendermos umas com as outras, não só a fazer bebidas J como também com certas atitudes menos positivas que muitas vezes se têm...

Pocotó

As três coisas que aprendi neste ARRAIAL DO CALOIRO 08


Os “abortos” não são assim tão maus e devem ser, concerteza, legalizados! :)


A capa do traje pode não ser assim tão chata!


A parecer que não é possivel vender coisas, vá lá, improváveis!

FF

quarta-feira, 23 de julho de 2008

O que se pensa quando se fala de ...

1) União
"A força unida é mais forte.” (Francis Bacon)

“A união deve ser o passo primitivo de todo o ser que necessita viver e para isso é necessário que haja participação e benevolência mútua” (Guirlanda, Fátima)


2) Dedicação

“Se queres assumir em pleno o teu trabalho, não te esqueças de que toda a vocação só se consegue concretizar com muita dedicação.” (Bernanos, Georges)

“Sonhos e dedicação são uma poderosa combinação” (Longgood, William)


3) Orgulho

“Não te enchas de ar, a menor picadela esvaziar-te-ia” (Nietzsche, Friedrich)

"Compreendo que um homem seja orgulhoso; não compreendo que mostre sê-lo."
(Pessoa, Fernando)



4) Amizade

“Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida aperfeiçoa-nos e enriquece-nos, não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos.”
("O Segredo da Vida" por Unamuno, Miguel)
“Os homens compram tudo pronto nas lojas... Mas como não há lojas de amigos, os homens não têm amigos.” (Saint-Exupéry, Antoine de)



5) Amadurecer

“Amadurecer significa separar de forma mais nítida, ligar de forma mais íntima.”Fonte: 'O Livro dos Amigos." (Hofmannsthal, Hugo)

“Não paramos de nos divertir por ficarmos velhos. Envelhecemos porque paramos de nos divertir.” (Anônimo)


6) Aprender

“É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer” (Aristóteles)

“Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender.” (Pascal, Blaise)


7) Sacrifício

“A cada instante há que sacrificar o que somos ao que podemos vir a ser.” (Bos, Charles)

”Não há absolutamente ninguém que faça um sacrifício sem esperar uma compensação. É tudo uma questão de mercado.” (“Il Mestiere di Vivere” por Pavese , Cesare)


8) Sorrir

“O sorriso que ofereceres, a ti voltará outra vez” (Guerra Junqueiro, Abílio)

“Um indivíduo pode sorrir, sorrir, e ser um vilão.” (Shakespeare , William)



9) Tradição
“Infringir a tradição também é uma tradição” (Blok, Alexandre)

“A tradição não é dada por direito de herança, e, se a quiser, é preciso muito trabalho para a obter.” (T. S. Eliot)


10) Acreditar

“Acreditar em si mesmo leva a um destino infinito, acreditar que falhou é o fim da sua jornada.” (Meredith, Sarah)

“O homem está pronto para tudo desde que lhe seja dito com mistério; quem quer ser acreditado deve falar baixo.” (Chazal , Malcolm)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Chiclet

http://www.youtube.com/watch?v=xoTTsNeI1uc&feature=related

“Vou mascar outra vez”

Há algo de senil em mim
Que já não me deixa lembrar
Há quanto tempo foi criada
A chiclet para eu mascar

Ouvi dizer que foi assim:
Há um tempo uma menina
Mascou uma resina
Mas foi há muito tempo atrás
Muito antes da Adams
Lhe ter chamado chiclet

É só contar até 3...
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Fazer um balão
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Do tamanho do mundo
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Começar de novo...
1,2,3, vou mascar outra vez!!

Eu nunca me vou esquecer
Do seu primeiro sabor
Foi menta o escolhido
Para ir comigo onde eu for

Mas com o tempo tudo mudou
Sabores novos vieram
E nos entretiveram
Mas já na guerra foi assim
Quando o stress apertava
Uma chiclet se mascava

É só contar até 3...
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Fazer um balão
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Do tamanho do mundo
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Começar de novo...
1,2,3, vou mascar outra vez!!


Esta história começou
Há dois séculos atrás
Com uma árvore chamada chicla
Que tanto nos satisfaz

E tal não é a sua fama
Toda a gente gostou
Desta nova pastilha
Até lhe mudaram o nome
E passaram a dizer
Só mais uma chiclet

É só contar até 3...
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Fazer um balão
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Do tamanho do mundo
1,2,3, vou mascar outra vez!!
Começar de novo...
1,2,3, vou mascar outra vez!!

Abelha Maia


terça-feira, 24 de junho de 2008

Cindy

Olá, eu sou a Cindy.
Tenho 21 anos, e estou no 3º ano de Engenharia Biológica.
Entrei para a TFIST no dia 20 de Maio de 2006, por ocasião do III Tradições, no ISEL, juntamente com a Cocas.
Escolhi a Taco como madrinha algum tempo depois, no Mochos 2007 no Porto, por todo o apoio e incentivo no instrumento que escolhi tocar, o cavaquinho.
Hoje em dia, graças a ela, toco todas as músicas em palco, e sinto que as restantes TFIST’s podem contar comigo em termos musicais.

Sou muito brincalhona e adoro rir, mas confesso que as pessoas não têm muito esta imagem de mim, acham que não me misturo muito, não me integro. Confesso que ando um pouco afastada das actividades da Tuna, pois ao mesmo tempo que estudo trabalho, o que me tira muito tempo, mas estou confiante que daqui para a frente as coisas melhorem e possa estar com uns horários mais acessíveis.
É muito gratificante para mim estar na TFIST, estar de algum modo ligada a estas pessoas tão diferentes umas das outras, mas todas com um objectivo comum – a tuna.
Poder aprender, não só musicalmente, mas como pessoa, disciplina, companheirismo, amizade, sentido de responsabilidade.
São competências úteis que aprendi a utilizar e a recorrer graças à TFIST e às pessoas que a integram. E a cada actuação, a cada ensaio, em cada bocadinho em que nos juntamos três ou quatro para tocar e conversar, sinto que apesar de ainda ser “pequenina” esta minha estadia na TFIST, esta já faz parte de mim, e acho que sou uma pessoa diferente e mais animada por pertencer a esta grande Tuna, que tanto orgulho me (nos) dá.

Cindy
Mafra, 10Junho 2008

Cotonete

Olá!
Sei que vai, com um grande atraso, mas… mais vale tarde que nunca!

Quando inicialmente pensei entrar para a TFIST não tinha noção do que iria significar o “pertencer à TFIST”. Pensava eu que era apenas um grupo de miúdas (giras :p) que ia para lá tocar umas musiquinhas e pouco mais. Em pouco tempo tornou-se um desafio. Cantar músicas novas com aquelas notas certinhas quando não se tem “ouvido”, aprender um instrumento, chegar a um grupo já formado e ter que criar laços, aprender o que realmente significa a hierarquia, porque é que há veteranas e caloiras e qual o papel de cada uma. Confesso que não foi muito fácil mas como se tratava de um desafio e eu não gosto de desistir continuei para ver onde iria aquilo dar.
Depois as coisas começaram a tornar-se mais fáceis. Já não desafinava a todo o momento, comecei a conhecer mais pessoas, aquela coisa da hierarquia começou a fazer sentido. E foi aí que passei a caloira (ainda tive um longo percurso enquanto proto-caloira). A minha primeira tarefa como caloira foi carregar o acordeão. Lembro-me que na altura pensei: “Não percebo porque é que [as caloiras] têm tantos problemas em carregá-lo. Até nem é assim tão pesado”. Quando o voltei a carregar durante 10 minutos numa estrada ligeiramente inclinada tudo fez sentido!
Com o tempo as coisas tornaram-se mais fáceis e mais difíceis. Por um lado ir aos ensaios ajudava-me a nível musical e a criar laços. E isso motivava-me a ir aos ensaios, dando origem a um pequeno ciclo vicioso. Por outro lado cada pequeno contratempo custava muito mais. Sem me aperceber a TFIST tinha entrado em mim e saber que num certo momento eu poderia ter dado mais do que aquilo que dei, que havia pessoas a esperar mais de mim, ou que eu esperava mais de certas pessoas (num caso genérico) era uma desilusão que cada vez custava mais.
Mas no final tudo isto é amplamente recompensado pelos bons momentos que passamos juntas, quer seja em palco ou na rambóia. Pesadas as coisas a TFIST já me deu muito mais a mim do que alguma vez eu sonho vir a dar-lhe.
Para acabar penso que entre todos os ensinamentos que eu retirei da minha vivência na TFIST, vou referir apenas dois, não que sejam os mais importantes, mas são os que melhor se aplicam aqui:
-“As tarefas têm de ser feitas, quer gostemos delas quer não.”
-“Temos de assumir a responsabilidade pelos nossos actos.”
E isto aplica-se aqui porque eu sei que esta era uma tarefa que eu tinha de fazer (e, não sendo graxista, até gostei muito de a fazer) e sei que falhei largamente o prazo pelo que estou à espera de saber qual a minha praxe por este atraso. ;)

Beijinhos
Cotonete

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Basmati

Para mim, a TFIST é uma família da qual tenho o orgulho e o privilégio de pertencer! Gosto muito de música, de tocar viola e gosto especialmente das minhas irmãs caloiras. E das nossas veteranas também, obviamente...
Desde que entrei para a TFIST aprendi que acabo sempre por pagar pelas minhas asneiras e que tenho de (aprender a) medir as minhas palavras antes de falar... e que tenho de falar menos! Tenho de tentar estar mais concentrada nos ensaios, o que não é fácil! Desde que temos ensaios no PA1 eu já contei o número de cadeiras, o número de luzes no tecto e no chão, o número de degraus… não é fácil ficar duas horas ou mais concentrada no que quer que seja! :P
Sei que tenho de aprender a me organizar, porque parecendo que não, era suposto estar a fazer um curso aqui no técnico! A TFIST tem-me ensinado muitas coisas que hão de ficar para a vida e sei que ainda tenho muito para aprender e aperfeiçoar!
Gosto de flores, dos pássaros a cantar e das montanhas e das ondas do mar. Gosto do pôr-do-sol e gosto de cantar!
Basmati
13-06-2008
PS-Prometo entregar o mais rápido possível uma foto para a minha apresentação ser completa!

Quintal

Olá!
Sou a Quintal, tenho 23 anos, sou de São Miguel – Açores, estou no curso de LEIC e entrei para esta grande família há cerca de 1 ano na “II Noites de Serenatas” organizado pelos nossos padrinhos, a TUIST.
Considero-me uma pessoa paciente, organizada, prática, trabalhadora, perseverante, responsável, simpática, amiga, tenho uma boa capacidade de aprender com os meus erros, para quem me conhece bem diz que “não paro quieta!!!”, e há dias em que vivo no “mundo da lua”, claro que em compensação sou teimosa, quando quero consigo ser muito chata, distraída e por fim sou orgulhosa.
A TFIST para mim é AMIZADE, pois há sempre alguém que pensa em ti quando estas ausente; e tem sempre tempo para ti quando apareces, para ouvir o que dizes e tentar compreender o que não dizes... esse alguém dá sem exigir; recebe sem pedir ...
Desde que entrei para a TFIST, a minha forma de estar no IST mudou, pois pensava que ao entrar para esta faculdade não ia fazer mais nada a não ser estudar e viver para os livros, então a TFIST fez-me organizar melhor o meu tempo, se bem que nesse aspecto ainda existe “arestas por limar”e por fim mudou a minha forma de desenvolver e enriquecer a amizade que une todos os elementos da TFIST.

Santinha



Protão

Bem, já que a ideia é apresentar-me, farei isso mesmo.
Sou a Protão, anteriormente-conhecida-como-ana. Tenho 20 Primaveras, as três últimas já passadas dentro das paredes do Técnico. Diz-se por aí que sou uma rapariguita divertida e muito despassarada, ligeiramente disléxica e muito stressada, e gosto muito de aprender coisas novas. Aliás, gosto de saber sempre tudo sobre tudo, o que de vez em quando é assim a modos que irritante, ou pelo menos é o que me dizem de vez em quando.A TFIST para mim é...é um sítio onde dou tudo de mim e recebo tanto mais de volta, onde encontro pessoas que me ensinam a ser sempre melhor do que eu mesma...desde que entrei para este Mundo, tenho aprendido muitas lições: a humildade de pensar nos outros antes de mim, mas também de saber pedir ajuda e deixar os outros pensarem em mim; a paciência de pensar duas vezes antes de falar, três antes de agir...e o carinho de me sentir parte de algo tão maior que eu que me faz sentir pequenina e grande ao mesmo tempo!Ao longo dos anos, recolhi várias frases auto-biográfiocas...é um dos meus muitos hobbies, sim, porque eu tenho a mania de guardar bocadinhos do que me rodeia dentro de mim....acima de todas, diria talvez: "Conhece os teus limites...para melhor os superares."

Beijinhos**
protão
....
pois...olá outra vez...eu disse que sou despasssarada...peço imensa desculpa, aqui vai então a foto.E já agora, uma coisinha de que me tinha esquecido...outra coisa muito importante que aprendi na TFIST: cozinhar para uma pessoa é muito diferente de cozinhar para 20!
***Protão

Nestum


Micra

Quando entrei para a TFIST e durante muito tempo não percebi bem o que era realmente fazer parte deste grupo de pessoas e aliás demorei bastante tempo a percebe-lo.Passados alguns anos a tuna representa algo muito diferente, não um grupo de pessoas que se junta para cantar umas musicas mas sim um grupo de pessoas amigas e que se respeitam umas ás outras e trabalham todas com gosto e dedicação para representar e defender a reputação que esta tuna criou ao longo dos anos. No momento em que percebi isto tudo mudou e aprendi muito. Aprendi a ser mais responsavel e aprendi também que um esforço comum faz algo mto maior que vários esforços individuais e que quanto mais se dá a esta tuna mais se recebe e que ela é mesmo uma lição de vida.


A primeira frase auto-bibliografica que me vem à cabeça nada tem a ver com tuna mas é a seguinte: "Se o dia hoje correu mesmo muito mal, olha em frente e pensa, amanha o sol vai brilhar e tudo vai correr melhor"
Um beijinho

Micra

Tintin


Pirite


Pocotó

Olá =)
Eu sou a Maria, na TFIST sou conhecida por Pocotó e estou no 1º ano de Eng. Civil. O instrumento que escolhi para tocar na tuna foi a viola; escolhi-a porque sempre quis aprender a tocar viola e esta é uma óptima oportunidade para tal!

A TFIST para mim é um grupo de pessoas que partilha o gosto pela música, pelo convívio e pelo espírito académico. São pessoas que se ajudam entre si e crescem em conjunto, criando sempre fortes laços de amizade. É também fruto de um grande esforço, dedicação e trabalho, inicialmente, das fundadoras e, ao longo das várias gerações, de todas as pessoas que passaram e continuam a passar pela tuna.

Desde que entrei para a TFIST senti que aquilo que mais se alterou em mim foram as minhas atitudes em relação a determinadas coisas como, por exemplo, a forma de encarar as ordens que me dão, não só praxes como o trabalho que me mandam fazer, sinto-me com mais disciplina =P


Nada do que possam dizer a respeito dos outros muda a minha opinião

Rajá

Olá queridas veteranas:

Para mim a TFIST representa vários aspectos importantes, primeiro a aprendizagem de fazer parte de um grupo em que existem regras e deveres, também me permite fazer muitos laços de amizade, libertar-me do stress do dia-a-dia, aprender a ajudar e colaborar para uma causa comum, manter e fazer evoluir a TFIST.
Apesar de ter entrado para a TFIST à pouco tempo, consigo notar que mudaram e continua a mudar vários aspectos na minha vida, primeiro permitiu-me sair um bocadinho do buraquinho em que estava, pois sempre fui bastante independente e tímida em tudo, a tuna ensinou-me que não faz mal pedir ajuda, falar com “menos medo” e expor dos meus problemas. Também mudou a minha visão de responsabilidade e sacrifício, porque nem sempre fui a mais disciplinada “do grupo”, e aos poucos vejo a importância de ser responsável e a necessidade de abdicar da preguiça para se fazer trabalho a sério. A minha experiência musical também era nula de quando entrei para a TFIST, e o que me fez entrar foi a curiosidade de aprender e saber, e em isso a TFIST tem ajudado a desenvolver-me e a incutir-me os sentimentos de dedicação necessário para pudermos aprender e ir mais longe.
Uma frase autobiográfica… “Apesar de ser um autêntico bicho-do-mato, contem comigo para tudo mas principalmente para a ramboia!!!” =P

RAJÁ

Cocas

O que começou por ser uma boa forma de passar tempo, com música e diversão no meio, tornou-se muito mais. Neste momento, para mim, a TFIST é um “modo de vida” (por maior cliché que esta frase possa ser...). Em 2 anos cresci a todos os níveis: musical, social e, acima de tudo, pessoal. Fiz grandes amizades, partilhei e adquiri novas experiências, aprendi a ser “desenrascada” e a trabalhar em contra-relógio e em equipa, para um objectivo comum a muita gente (e não só para a minha pessoa). Compreendi o significado e a necessidade do respeito pelo que está instituído. Senti o peso da responsabilidade e que tudo o que fazemos traz consequências, não só para nós como também para outros. Disfrutei de tudo o que estar em palco tem de bom (incluindo aquele nervosismo, que nunca passa). Tive decepções e criei a capacidade de as ultrapassar porque o que estava para vir valia, e vale, a pena. E, at last but not least, também me diverti com’ó caraças!!!! =D
Em suma, não trocava isto por nada!
Quanto a uma frase auto-biográfica...é mais fácil por uma frase característica minha e que serve para qualquer situação. É preciso nunca que esquecer que, quando nos perdemos, ”é sempre por lá fora!” (como se diz lá na ilha =D).


Aqui vai um pequeno retrato com o meu famoso homónimo =P

Cocas

TiraPicos

Para mim, a TFIST é um grupo onde se aprende a trabalhar em conjunto, se cresce a nível pessoal e musical e se fomenta o espírito de sacrifício e a responsabilidade de cada uma.
Para mim, é ainda, e sobretudo, um grupo onde se cultivam amizades! O primeiro contacto que tive com a tuna foi no dia em que me matriculei no IST, e comecei a aparecer nos ensaios logo na semana das praxes. Por isso, conheci as TFISTs na mesma altura em que conheci o pessoal do meu curso; no entanto – e dado que raramente vejo os amigos que tinha antes de vir para Lisboa e que a minha assiduidade às aulas é bem inferior à dos ensaios do jazz – considero que, actualmente, as minhas maiores amizades estão na tuna e não no curso ou noutro lado qualquer.

Desde que entrei para a TFIST, algumas coisas mudaram. Umas para pior, outras para melhor. Por um lado, perco montes de tempo ora com ensaios, ora com actuações, ora com trabalho para fazer… Há momentos de stress que até se-me dão cabo do sistema nervoso (a mim, e a toda a gente, acho eu)!!! Mas, por outro lado, há uma infinidade de aspectos positivos que compensam o esforço. Já cresci imenso, sobretudo a nível musical: só nestes mesinhos já dei um salto enorme – mas enorme mesmo! [weeee \o/ ] Uma das coisas que também considero bastante positiva é o facto de lidarmos com pessoas [ligeiramente] mais velhas e com bastante mais experiência, porque são aquelas que mais têm para nos ensinar, ou o simples facto de lidarmos com tantas pessoas DIFERENTES, pois com a diversidade também se aprende imenso.
Uma coisa muito importante que mudou para mim, foi a imagem que eu tinha das tunas porque – Eu Confesso! [ler com voz distorcida, de quem quer permanecer anónimo] – eu pertencia ao núcleo tuga que acha que as tunas andam pr’aí a cantar “A mulher gorda…” e que aquilo é uma ramboiada; e afinal percebi são grupos de elevada qualidade musical [mas só as boas… Tipo a nossa], que exigem imenso trabalho [sobretudo a no… vá, todas as anteriores] e que também têm lá a sua grande dose de ramboiada.

Quanto a mim, gosto de mandar piadolas – que, normalmente, me saem no momento errado – e de rir – mesmo que mais ninguém o faça. Sou divertida, e parece que está sempre tudo bem comigo, mas no fundo sou ligeiramente insegura.


…Ah, e dizem que a minha penugem capilar tem ferrugem. =(

That’s all! =)

Picos*

What else?...

Fidélia


Média

olá!

Eu sou a média (Tânia Neta Dias)!

Para mim a TFIST é um conjunto de pessoas hierarquisado em Veteranas e Caloiras, que em conjunto tocam e cantam em festivais e em festas para as quais as convidam. As veteranas têm o direito de decidir o futuro da tuna e as cloiras têm o dever de acatar os pedidos das veteranas.

A tuna tb é onde nos podemos evoluir como pessoas, evoluir musicalmente e onde podemos fazer amizades para sempre.

Desde que entrei para a TFIST aprendi a pensar mais vezes nos outros!

Uma frase auto-bibliográfica: gosto muito do meu cantinho!

Beijoka Média