Olá!
Sei que vai, com um grande atraso, mas… mais vale tarde que nunca!
Quando inicialmente pensei entrar para a TFIST não tinha noção do que iria significar o “pertencer à TFIST”. Pensava eu que era apenas um grupo de miúdas (giras :p) que ia para lá tocar umas musiquinhas e pouco mais. Em pouco tempo tornou-se um desafio. Cantar músicas novas com aquelas notas certinhas quando não se tem “ouvido”, aprender um instrumento, chegar a um grupo já formado e ter que criar laços, aprender o que realmente significa a hierarquia, porque é que há veteranas e caloiras e qual o papel de cada uma. Confesso que não foi muito fácil mas como se tratava de um desafio e eu não gosto de desistir continuei para ver onde iria aquilo dar.
Depois as coisas começaram a tornar-se mais fáceis. Já não desafinava a todo o momento, comecei a conhecer mais pessoas, aquela coisa da hierarquia começou a fazer sentido. E foi aí que passei a caloira (ainda tive um longo percurso enquanto proto-caloira). A minha primeira tarefa como caloira foi carregar o acordeão. Lembro-me que na altura pensei: “Não percebo porque é que [as caloiras] têm tantos problemas em carregá-lo. Até nem é assim tão pesado”. Quando o voltei a carregar durante 10 minutos numa estrada ligeiramente inclinada tudo fez sentido!
Com o tempo as coisas tornaram-se mais fáceis e mais difíceis. Por um lado ir aos ensaios ajudava-me a nível musical e a criar laços. E isso motivava-me a ir aos ensaios, dando origem a um pequeno ciclo vicioso. Por outro lado cada pequeno contratempo custava muito mais. Sem me aperceber a TFIST tinha entrado em mim e saber que num certo momento eu poderia ter dado mais do que aquilo que dei, que havia pessoas a esperar mais de mim, ou que eu esperava mais de certas pessoas (num caso genérico) era uma desilusão que cada vez custava mais.
Mas no final tudo isto é amplamente recompensado pelos bons momentos que passamos juntas, quer seja em palco ou na rambóia. Pesadas as coisas a TFIST já me deu muito mais a mim do que alguma vez eu sonho vir a dar-lhe.
Sei que vai, com um grande atraso, mas… mais vale tarde que nunca!
Quando inicialmente pensei entrar para a TFIST não tinha noção do que iria significar o “pertencer à TFIST”. Pensava eu que era apenas um grupo de miúdas (giras :p) que ia para lá tocar umas musiquinhas e pouco mais. Em pouco tempo tornou-se um desafio. Cantar músicas novas com aquelas notas certinhas quando não se tem “ouvido”, aprender um instrumento, chegar a um grupo já formado e ter que criar laços, aprender o que realmente significa a hierarquia, porque é que há veteranas e caloiras e qual o papel de cada uma. Confesso que não foi muito fácil mas como se tratava de um desafio e eu não gosto de desistir continuei para ver onde iria aquilo dar.
Depois as coisas começaram a tornar-se mais fáceis. Já não desafinava a todo o momento, comecei a conhecer mais pessoas, aquela coisa da hierarquia começou a fazer sentido. E foi aí que passei a caloira (ainda tive um longo percurso enquanto proto-caloira). A minha primeira tarefa como caloira foi carregar o acordeão. Lembro-me que na altura pensei: “Não percebo porque é que [as caloiras] têm tantos problemas em carregá-lo. Até nem é assim tão pesado”. Quando o voltei a carregar durante 10 minutos numa estrada ligeiramente inclinada tudo fez sentido!
Com o tempo as coisas tornaram-se mais fáceis e mais difíceis. Por um lado ir aos ensaios ajudava-me a nível musical e a criar laços. E isso motivava-me a ir aos ensaios, dando origem a um pequeno ciclo vicioso. Por outro lado cada pequeno contratempo custava muito mais. Sem me aperceber a TFIST tinha entrado em mim e saber que num certo momento eu poderia ter dado mais do que aquilo que dei, que havia pessoas a esperar mais de mim, ou que eu esperava mais de certas pessoas (num caso genérico) era uma desilusão que cada vez custava mais.
Mas no final tudo isto é amplamente recompensado pelos bons momentos que passamos juntas, quer seja em palco ou na rambóia. Pesadas as coisas a TFIST já me deu muito mais a mim do que alguma vez eu sonho vir a dar-lhe.
Para acabar penso que entre todos os ensinamentos que eu retirei da minha vivência na TFIST, vou referir apenas dois, não que sejam os mais importantes, mas são os que melhor se aplicam aqui:
-“As tarefas têm de ser feitas, quer gostemos delas quer não.”
-“Temos de assumir a responsabilidade pelos nossos actos.”
E isto aplica-se aqui porque eu sei que esta era uma tarefa que eu tinha de fazer (e, não sendo graxista, até gostei muito de a fazer) e sei que falhei largamente o prazo pelo que estou à espera de saber qual a minha praxe por este atraso. ;)
-“As tarefas têm de ser feitas, quer gostemos delas quer não.”
-“Temos de assumir a responsabilidade pelos nossos actos.”
E isto aplica-se aqui porque eu sei que esta era uma tarefa que eu tinha de fazer (e, não sendo graxista, até gostei muito de a fazer) e sei que falhei largamente o prazo pelo que estou à espera de saber qual a minha praxe por este atraso. ;)
Beijinhos
Cotonete
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