Lista A: Pincel, Alquimia, Parafuso, Sinfonia, Reflexo
Algures por entre os bosques da remota ilha de Stradimunis, rodeado por inúmeros seres misteriosos que ecoavam sons que se fundiam numa bela e encantadora sinfonia, vivia um sábio homem de barbas brancas fiel seguidor de umas das mais antigas ciências, a Alquimia.
Conta a lenda que o velho sábio Nostrudium, olhando vagamente para o grandioso mar que envolvia a pequena ilha, encontrou um baú no centro de um radioso círculo, proveniente do reflexo da Lua sobre a água, flutuando em direcção à margem junto a cabana onde o Nostrudium vivia. O baú de madeira encontrado pelo venho sábio estava envolvido num leve manto de algas douradas.
O velho sábio curioso para descobrir o que se encontrava no interior do baú tentou forçar a elaborada fechadura de cobre que o fechava. Porém, admirado pela dificuldade em abrir o baú, optou por retirar a tampa de modo a poder ver o seu interior removendo parafuso a parafuso.
Passados alguns dias e admirados pela ausência do velho sábio, alguns habitantes da ilha de Stradimunis decidiram visitá-lo. Ao chegarem á cabana de Nostrudium, encontraram o baú de madeira aberto com um papel amarelado com as palavras “Opus Magna” escritas a pincel. Nostrudium nunca mais foi visto, desapareceu; e nunca se soube o que o velho sábio encontrou no baú naquela noite de luar.
Nos dias de hoje, onde outrora era a cabana do velho sábio, hoje é uma enorme mina de ouro. Acreditasse que o velho sábio encontrou na caixa a tão desejada pedra filosofal e que continua vivo no meio da enorme gruta a transformar qualquer metal em ouro.
Algures por entre os bosques da remota ilha de Stradimunis, rodeado por inúmeros seres misteriosos que ecoavam sons que se fundiam numa bela e encantadora sinfonia, vivia um sábio homem de barbas brancas fiel seguidor de umas das mais antigas ciências, a Alquimia.
Conta a lenda que o velho sábio Nostrudium, olhando vagamente para o grandioso mar que envolvia a pequena ilha, encontrou um baú no centro de um radioso círculo, proveniente do reflexo da Lua sobre a água, flutuando em direcção à margem junto a cabana onde o Nostrudium vivia. O baú de madeira encontrado pelo venho sábio estava envolvido num leve manto de algas douradas.
O velho sábio curioso para descobrir o que se encontrava no interior do baú tentou forçar a elaborada fechadura de cobre que o fechava. Porém, admirado pela dificuldade em abrir o baú, optou por retirar a tampa de modo a poder ver o seu interior removendo parafuso a parafuso.
Passados alguns dias e admirados pela ausência do velho sábio, alguns habitantes da ilha de Stradimunis decidiram visitá-lo. Ao chegarem á cabana de Nostrudium, encontraram o baú de madeira aberto com um papel amarelado com as palavras “Opus Magna” escritas a pincel. Nostrudium nunca mais foi visto, desapareceu; e nunca se soube o que o velho sábio encontrou no baú naquela noite de luar.
Nos dias de hoje, onde outrora era a cabana do velho sábio, hoje é uma enorme mina de ouro. Acreditasse que o velho sábio encontrou na caixa a tão desejada pedra filosofal e que continua vivo no meio da enorme gruta a transformar qualquer metal em ouro.
Djambuka
Entregue a 20-07-2009, 17h43
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