Se eu fosse um dia presidente da tuna….seria algo pelo qual me sentiria orgulho de certeza. Saber que represento um grupo, que as pessoas sabem e gostam que seja eu a “cara”, a pessoa que aparece sempre que se fala da TFIST. Óbvio que associado a este orgulho e realização, vêm sentimentos de medo, frustração, angústia e muita ambição. Tentaria, a todo o custo, ter um mandata brilhante e gostava de dar o melhor à tuna, mesmo sabendo que sairia grande parte do meu suor, trabalhar não é problema.
Todavia, o poder nunca vai sozinho. Acima de4 tudo, o que mais me atormentaria, seria a possibilidade de falhar, de não conseguir alcançar os objectivos ou não conseguir realizar grande parte deles, ou seja, acho que definia metas a ultrapassar, e tentava a todo custo vencer essas tais etapas.
Acho que uma das minhas principais tarefas seria ter de lidar com tarefas burocráticas, tomada de decisões, aceitação ou não de decisões, e comunicar com os responsáveis pelos vários departamentos (tesouraria, coordenação musical, etc.), saber sempre se está tudo bem, quais os problemas e o estado. Acho que escolheria uma direcção e braço direito, pessoas em que poderia confiar e soubesse que acima de tudo eram pessoas responsáveis e trabalhadoras e claro, de confiança.
Em relação Às caloiras, comunicaria com elas, mas impunha uma relação de respeito e ao mesmo tempo de confiança. Teriam de respeitar-me e claro confiarem em mim, já que era eu que “conduzia o barco”, e tentava mostrar-lhes à-vontade qb, para elas falarem comigo caso existisse alguma dúvida.
Das minhas caloiras esperava o melhor, tal como eu dou o máximo à tuna, assim esperava que elas o fizessem com o trabalho que lhes é dado ao longo dos tempos. Porque enquanto o trabalho das caloiras é fazer o que lhe mandam, a presidente tem de pensar no que é para fazer, arriscar, sem ninguém lhe mandar, e tomar as próprias decisões é o que custa mais.
Em suma, esperaria que o meu grupo de trabalho fosse o melhor, que contassem comigo e acreditassem em mim, e que confiassem em mim ao ponto de saberem que qual quer que fosse o caminho escolhido e o resultado, que eu teria sempre uma boa razão para o fazer.
Todavia, o poder nunca vai sozinho. Acima de4 tudo, o que mais me atormentaria, seria a possibilidade de falhar, de não conseguir alcançar os objectivos ou não conseguir realizar grande parte deles, ou seja, acho que definia metas a ultrapassar, e tentava a todo custo vencer essas tais etapas.
Acho que uma das minhas principais tarefas seria ter de lidar com tarefas burocráticas, tomada de decisões, aceitação ou não de decisões, e comunicar com os responsáveis pelos vários departamentos (tesouraria, coordenação musical, etc.), saber sempre se está tudo bem, quais os problemas e o estado. Acho que escolheria uma direcção e braço direito, pessoas em que poderia confiar e soubesse que acima de tudo eram pessoas responsáveis e trabalhadoras e claro, de confiança.
Em relação Às caloiras, comunicaria com elas, mas impunha uma relação de respeito e ao mesmo tempo de confiança. Teriam de respeitar-me e claro confiarem em mim, já que era eu que “conduzia o barco”, e tentava mostrar-lhes à-vontade qb, para elas falarem comigo caso existisse alguma dúvida.
Das minhas caloiras esperava o melhor, tal como eu dou o máximo à tuna, assim esperava que elas o fizessem com o trabalho que lhes é dado ao longo dos tempos. Porque enquanto o trabalho das caloiras é fazer o que lhe mandam, a presidente tem de pensar no que é para fazer, arriscar, sem ninguém lhe mandar, e tomar as próprias decisões é o que custa mais.
Em suma, esperaria que o meu grupo de trabalho fosse o melhor, que contassem comigo e acreditassem em mim, e que confiassem em mim ao ponto de saberem que qual quer que fosse o caminho escolhido e o resultado, que eu teria sempre uma boa razão para o fazer.
Sem comentários:
Enviar um comentário