Na minha opinião ser presidente é ser líder. Para mim, ser líder de qualquer grupo exige um grau de dedicação superior, exige tolerância pelos que nos rodeiam e pela maneira como pensam, agem e vêem o grupo. Se um dia fosse presidente sei que teria que desistir de alguma das minhas actividades para poder dedicar mais tempo à tuna, teria que ser, sem dúvida, mais compreensiva e tolerante, pois acho que o presidente deve saber a melhor maneira de como fazer o grupo aceitar o caminho escolhido e de gerar consenso.
Penso que as preocupações do dia-a-dia se prendem com o cumprimento do plano que estabelece, a coordenação das pessoas responsáveis por cada órgão da tuna, a motivação dessas mesmas pessoas e a resolução dos problemas que vão surgindo entre as várias áreas de acção da tuna. É a pessoa que coordena, o líder que deve orientar esse plano e zelar para o seu cumprimento.
O constituir de uma direcção é para mim o constituir de uma equipa. Quando preparo uma equipa de trabalho o objectivo é que, em cada função atribuída, cada elemento traga ao grupo mais valor. Que cada elemento desenvolva um trabalho na área em que mais esteja motivado e em o seu trabalho seja melhor e mais útil. Neste aspecto a equipa deve funcionar em total cooperação, e a contribuição em termos de ideias e trabalho de cada órgão é extremamente importante. Não deve ser o presidente a decidir tudo, acho que deve apenas coordenar e orientar, para que não haja trabalho repetido ou desorganizado e sem objectivo. Deve ser toda a equipa a ver qual (como) a contribuição que cada órgão para o objectivo final a atingir pela equipa. Dando um exemplo, ligeiramente ridículo: Se o objectivo final é chegar ao Porto com 7 pessoas no mínimo tempo e dinheiro possível, como presidente devo dividir as tarefas para que o objectivo seja atingido. Isso não implica que a presidente tenha que saber de economia/finanças mas que saiba escolher aquela que facilmente obteria os valores, aquela que mais facilmente contactava com as 7 pessoas e assim sucessivamente para as outras tarefas necessárias para o objectivo final. Penso que é necessário ouvir todas as opiniões e ter em consideração, e usar o que cada uma tem de melhor para atingir o objectivo.
O que esperaria das caloiras? É uma pergunta difícil… Penso que aquilo que se espera das caloiras é, em primeiro lugar, atenção e disponibilidade. Atenção ao que se passa á volta, com a tuna e as suas necessidades, com as suas irmãs caloiras e as suas dificuldades, para que o grupo de caloiras seja coeso, cumpra as suas funções e que todas estejam a par das do que se passa e que é necessário ser feito. Disponibilidade para a tuna, para certamente prescindir de algumas coisas por ela, mas essencialmente, esperaria que na medida das possibilidades de cada uma, cada caloira desse o seu melhor. Que o grupo se organizasse de forma a reunir as contribuições de cada uma e colmatar as eventuais falhas. Acho que das caloiras, de espera também respeito e dedicação. Penso que as caloiras devem mostrar a sua dedicação ao grupo, tal como em qualquer grupo a que se pertença se deve estar com gosto, e esse gosto de pertencer e de aprender, apesar das dificuldades e contradições deve permanecer.
Acho que lidar com as caloiras não deve ser nada fácil, tal como lidar com a tuna não deve é fácil. O facto de serem pessoas muito diferentes e com visões muito distintas dificulta as decisões e tarefas. Em relação a forma de lidar com as caloiras, acho que o importante deve ser o não quebrar do ciclo, da aprendizagem daquelas que estão há mais tempo não se perder para as mais novas. Há que fazer ver que é importante que algumas coisas se mantenham e que outras, sem dúvida melhorem. A praxe é sem dúvida importante, a praxe no sentido do respeito pelo trabalho que outras, antes de nós fizeram e por isso merecem estar onde estão. A praxe pró aprendizagem e que nos ajuda a perceber algumas situações e dificuldades que teremos que enfrentar. Acho que por vezes a paciência não deve ser suficiente, mas explicar as coisas muitas vezes, e nem sempre ás mesmas pessoas é a melhor maneira de fazer passar a mensagem.
Penso que as preocupações do dia-a-dia se prendem com o cumprimento do plano que estabelece, a coordenação das pessoas responsáveis por cada órgão da tuna, a motivação dessas mesmas pessoas e a resolução dos problemas que vão surgindo entre as várias áreas de acção da tuna. É a pessoa que coordena, o líder que deve orientar esse plano e zelar para o seu cumprimento.
O constituir de uma direcção é para mim o constituir de uma equipa. Quando preparo uma equipa de trabalho o objectivo é que, em cada função atribuída, cada elemento traga ao grupo mais valor. Que cada elemento desenvolva um trabalho na área em que mais esteja motivado e em o seu trabalho seja melhor e mais útil. Neste aspecto a equipa deve funcionar em total cooperação, e a contribuição em termos de ideias e trabalho de cada órgão é extremamente importante. Não deve ser o presidente a decidir tudo, acho que deve apenas coordenar e orientar, para que não haja trabalho repetido ou desorganizado e sem objectivo. Deve ser toda a equipa a ver qual (como) a contribuição que cada órgão para o objectivo final a atingir pela equipa. Dando um exemplo, ligeiramente ridículo: Se o objectivo final é chegar ao Porto com 7 pessoas no mínimo tempo e dinheiro possível, como presidente devo dividir as tarefas para que o objectivo seja atingido. Isso não implica que a presidente tenha que saber de economia/finanças mas que saiba escolher aquela que facilmente obteria os valores, aquela que mais facilmente contactava com as 7 pessoas e assim sucessivamente para as outras tarefas necessárias para o objectivo final. Penso que é necessário ouvir todas as opiniões e ter em consideração, e usar o que cada uma tem de melhor para atingir o objectivo.
O que esperaria das caloiras? É uma pergunta difícil… Penso que aquilo que se espera das caloiras é, em primeiro lugar, atenção e disponibilidade. Atenção ao que se passa á volta, com a tuna e as suas necessidades, com as suas irmãs caloiras e as suas dificuldades, para que o grupo de caloiras seja coeso, cumpra as suas funções e que todas estejam a par das do que se passa e que é necessário ser feito. Disponibilidade para a tuna, para certamente prescindir de algumas coisas por ela, mas essencialmente, esperaria que na medida das possibilidades de cada uma, cada caloira desse o seu melhor. Que o grupo se organizasse de forma a reunir as contribuições de cada uma e colmatar as eventuais falhas. Acho que das caloiras, de espera também respeito e dedicação. Penso que as caloiras devem mostrar a sua dedicação ao grupo, tal como em qualquer grupo a que se pertença se deve estar com gosto, e esse gosto de pertencer e de aprender, apesar das dificuldades e contradições deve permanecer.
Acho que lidar com as caloiras não deve ser nada fácil, tal como lidar com a tuna não deve é fácil. O facto de serem pessoas muito diferentes e com visões muito distintas dificulta as decisões e tarefas. Em relação a forma de lidar com as caloiras, acho que o importante deve ser o não quebrar do ciclo, da aprendizagem daquelas que estão há mais tempo não se perder para as mais novas. Há que fazer ver que é importante que algumas coisas se mantenham e que outras, sem dúvida melhorem. A praxe é sem dúvida importante, a praxe no sentido do respeito pelo trabalho que outras, antes de nós fizeram e por isso merecem estar onde estão. A praxe pró aprendizagem e que nos ajuda a perceber algumas situações e dificuldades que teremos que enfrentar. Acho que por vezes a paciência não deve ser suficiente, mas explicar as coisas muitas vezes, e nem sempre ás mesmas pessoas é a melhor maneira de fazer passar a mensagem.
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