terça-feira, 17 de março de 2009
terça-feira, 25 de novembro de 2008
V Insula - viagem de regresso

Não me lembro de nada
Mas vou contar uma história engraçada
Era uma vez a pequena Madalena
Que vivia no meio do nada
Conheceu o Adão
Que conduzia uma furgoneta
E descobriu que era só com uma mão
Porque ele era maneta
Refrão 1:
E eles foram procriar
Fajã de Cima queriam colonizar
E o amor ficaram a fazer
Até ao amanhecer
O Adão é XL
E a Madalena quer ficar com “éle”
Deu-lhe uma criptomérida no Natal
E ele disse: “Tu cheiras mal!”
“Não cheiro mal, não
São os micróbios do teu irmão
Vamos mas é p’ró helicóptero dar uma…
Curva no monte!”
Refrão 2:
E eles foram a voar
E até Júpiter foram parar
E viram lá um cagarro
A fumar um charro
E foi só vestir
O pára-quedas e deixar-se cair
Ir até Vista do Rei ver os patinhos
Que estavam lá nos seus ninhos
Madalena olhou
“Cabe um corvo aqui dentro” gritou
“Eu já comia pastéis de bacalhau
Só vejos chupos! Muhh! Isto está mau…”
Refrão 3:
“Mas que confusão
Hoje nem fiz a depilação
E andei p’raí a voar
Com o Adão!”
Mas vou contar uma história engraçada
Era uma vez a pequena Madalena
Que vivia no meio do nada
Conheceu o Adão
Que conduzia uma furgoneta
E descobriu que era só com uma mão
Porque ele era maneta
Refrão 1:
E eles foram procriar
Fajã de Cima queriam colonizar
E o amor ficaram a fazer
Até ao amanhecer
O Adão é XL
E a Madalena quer ficar com “éle”
Deu-lhe uma criptomérida no Natal
E ele disse: “Tu cheiras mal!”
“Não cheiro mal, não
São os micróbios do teu irmão
Vamos mas é p’ró helicóptero dar uma…
Curva no monte!”
Refrão 2:
E eles foram a voar
E até Júpiter foram parar
E viram lá um cagarro
A fumar um charro
E foi só vestir
O pára-quedas e deixar-se cair
Ir até Vista do Rei ver os patinhos
Que estavam lá nos seus ninhos
Madalena olhou
“Cabe um corvo aqui dentro” gritou
“Eu já comia pastéis de bacalhau
Só vejos chupos! Muhh! Isto está mau…”
Refrão 3:
“Mas que confusão
Hoje nem fiz a depilação
E andei p’raí a voar
Com o Adão!”
(música: T2)
VI Moura Encantada - viagem de regresso
P’ra Faro partimos
Cantámos e rimos
Sr. Pedro a guiar
Enquanto viajámos
Nunca nos calámos
Sempre a irritar
“Repámos” um som
Ficou muita bom
Com um ganda beat
Na minha opinião
No próximo Verão
Vai ser o novo hit
Refrão 1:
Viemos p’ra Faro p’ra nos divertir
Na primeira noite fomos logo sair
No dia seguinte, fomos para a praça
Cantámos, tocámos, e ainda saltámos
Com limões de graça
De entre as vets
3 caloiretes
Escolheram madrinha
E as veteranas
Sábias soberanas
Passaram a Santinha
Foram noites loucas
No fim eram poucas
As resistentes
Embora cansadas
Fecharam a pista
Muito contentes
Refrão 2:
Viemos p’ra Faro p’ra nos divertir
E as pandeiretas quase a cair
E quando no palco chegou a nossa hora
Fizemos sucesso, arrecadámos 4 prémios
E encantámos a moura!
(música: Júlia Florista)
Cantámos e rimos
Sr. Pedro a guiar
Enquanto viajámos
Nunca nos calámos
Sempre a irritar
“Repámos” um som
Ficou muita bom
Com um ganda beat
Na minha opinião
No próximo Verão
Vai ser o novo hit
Refrão 1:
Viemos p’ra Faro p’ra nos divertir
Na primeira noite fomos logo sair
No dia seguinte, fomos para a praça
Cantámos, tocámos, e ainda saltámos
Com limões de graça
De entre as vets
3 caloiretes
Escolheram madrinha
E as veteranas
Sábias soberanas
Passaram a Santinha
Foram noites loucas
No fim eram poucas
As resistentes
Embora cansadas
Fecharam a pista
Muito contentes
Refrão 2:
Viemos p’ra Faro p’ra nos divertir
E as pandeiretas quase a cair
E quando no palco chegou a nossa hora
Fizemos sucesso, arrecadámos 4 prémios
E encantámos a moura!
(música: Júlia Florista)
VI Moura Encantada - viagem de ida
Rap da Asdrubalina
Asdrubalina… Dá-me com giletes de
aço na boca!
(Nota: A partir daqui, cantar com sotaque brasileiro)
*beats*
A Asdrubalina
Comeu uma azeitona
Mas caiu-lhe mal
E o vómito veio à tona
(nheca-nheca! Uh! Uh!)
Como ainda tinha fome
Foi comer tiramissu
Não lhe saiu pela boca
Mas saiu-lhe pelo cu
Para se limpar depois
Se dirigiu ao bidé
Estava lá uma gaivota
Com um furúnculo no pé
Se dirigiu ao palheiro
Para usar a mangueira
Apanhou pseudomonas
Escorbuto e caganeira
Estudou em Biomecânica
O momento flector
Mas não conseguiu curar
O seu sistema excretor
Para arejar um pouco
Ligou a ventoinha
Virou o cu para ela
Parecia uma galinha
Apareceu um cafageste
Que a tenteou molestar
Asdrubalina gritou:
"Alguém vem me ajudar?"
A polícia o apanhou
E o levou para a prisão
Afinal tinha cadastro
Por ter molestado uma cão
Foi ter com o promotor
Para o tentar safar
Mas de um crime tão horrendo
Não o pode ilibar
Do momento dipolar
Ele fez um somatório
E no cu do polícia
Botou um supositório
Com tamanha confusão
Lá se consegui safar
E saiu da prisão
Aos pulinhos e a cantar....
SERICAIA YUPI YUPIÁÁÁÁ
SERICAIA YUPI YUPIÁÁÁÁ
(música: Rap dos Matarruanos)
Asdrubalina… Dá-me com giletes de
aço na boca!
(Nota: A partir daqui, cantar com sotaque brasileiro)
*beats*
A Asdrubalina
Comeu uma azeitona
Mas caiu-lhe mal
E o vómito veio à tona
(nheca-nheca! Uh! Uh!)
Como ainda tinha fome
Foi comer tiramissu
Não lhe saiu pela boca
Mas saiu-lhe pelo cu
Para se limpar depois
Se dirigiu ao bidé
Estava lá uma gaivota
Com um furúnculo no pé
Se dirigiu ao palheiro
Para usar a mangueira
Apanhou pseudomonas
Escorbuto e caganeira
Estudou em Biomecânica
O momento flector
Mas não conseguiu curar
O seu sistema excretor
Para arejar um pouco
Ligou a ventoinha
Virou o cu para ela
Parecia uma galinha
Apareceu um cafageste
Que a tenteou molestar
Asdrubalina gritou:
"Alguém vem me ajudar?"
A polícia o apanhou
E o levou para a prisão
Afinal tinha cadastro
Por ter molestado uma cão
Foi ter com o promotor
Para o tentar safar
Mas de um crime tão horrendo
Não o pode ilibar
Do momento dipolar
Ele fez um somatório
E no cu do polícia
Botou um supositório
Com tamanha confusão
Lá se consegui safar
E saiu da prisão
Aos pulinhos e a cantar....
SERICAIA YUPI YUPIÁÁÁÁ
SERICAIA YUPI YUPIÁÁÁÁ
(música: Rap dos Matarruanos)
terça-feira, 4 de novembro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Canções das Caloiras – Trovas 2008 - viagem de regresso
Fomos pr’ó túnel do tempoCom o Sr. Pedro a guiar (VOL-TI-NHA!)
Para ver o Rei de Copas
E outras histórias de encantar (Estou “marabilhada”!)
Ver o lobisomem fúscia
E a Pantera Cor-de-Rosa
Um iphone com bateria
E a Rajá toda ranhosa
Ia o Gregório na rua
Quando eu me vinha embora
Tinha o fecho éclair aberto
E a salsicha de fora
A polícia apanhou-o
E levou-o a tribunal
Porque andar com aquilo de fora
É anti-constitucional
(pom-pom pom-pom!)
Refrão:
Ai Gregório, ai Gregório
Que te foi acontecer
Deram-te ovos-moles podres
E obrigaram-te a comer
Foi numa grua de pórtico
Que te foram pendurar
Com comichão no ectoplasma
E sem o poder coçar
Ai Gregório, ai Gregório
Que foste deliberar
Fizeste um carrapito
E começaste a abixanar
Fanastes um autobus
Com o lobisomem fúscia
Mais a Pantera Cor-de-Rosa
E fugisteis para a Rússia
(música: A Garagem da Vizinha)
Canções das Caloiras – Trovas 2008 - viagem de ida

(fon fon fon…)
Eu sou um belo vampiro
E vivo do sangue da electrodiálise
Sabe-me a tangerina,
Bebo do pacote ou ponho num cálice
Uso umas jardineiras
Com dois caracóis em tom azulão
Tenho os pezinhos quentinhos
Pois uso umas pantufas de leão
(Não pode!
Ipod!)
Refrão:
Lá ia eu a viajar (a viajar)
Sem contar kilometragem (kilometragem)
Acabou-se-me o gasóleo (gasóleo)
Ia a meio da viagem (da viagem)
Saltei para a estrada aberta (estrada aberta)
Como me hei de eu safar? (me safar)
Vinha lá um asiático... (todo bom!)
Mamma Mia!...Já tenho jantar!
(música "Rústicos pelo Epicurismo", dos Gato Fedorento)
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Arraial do Caloiro 2008
- Gente bêbeda compra tudo o que lhes pusermos à frente (p.e. pedras com olhos =P)
- Os barris de cerveja pesam bastante mais que o que nós imaginamos, e nunca mais param quando os pomos a rebolar (o que tendo em conta a inclinação da alameda nem sempre é positivo...)
- Na realidade, berrar com os co-workers até funciona...
Cocas
Arraial do Caloiro 2008
Neste arrail aprendi que:
-Podes fazer negócio com o pessoal mais tocadinho e sair a ganhar (nem que seja um pacotinho de gomas);
- Uma caloira consegue ganhar a uma veterana (ver figura 1);
- Quando o cansaço já é tanto a mais pequena coisa faz-te cair no chão e rebolar a rir.
Cotonete
-Podes fazer negócio com o pessoal mais tocadinho e sair a ganhar (nem que seja um pacotinho de gomas);
- Uma caloira consegue ganhar a uma veterana (ver figura 1);
- Quando o cansaço já é tanto a mais pequena coisa faz-te cair no chão e rebolar a rir.
Cotonete
(figura1)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
O meu primeiro Arraial
- Não beber no fim do primeiro dia de arraial porque depois tens de trabalhar e não consegues (nem trabalhar nem mexer-te até à cama)
- Rebolar o barril em vez de o carregar Alameda acima!
Tintim
Ps: O título tinha de ser fuschia para combinar com a barraquinha :D
3 Coisas que aprendi neste Arraial do Caloiro:
- Aprendi que é possivel ter 20 rapazes giros a pedir-nos o número de telefone num espaço de 5 minutos... basta ter acesso à cerveja.
- Aprendi que é possivel chegar a casa com a roupa manchada e a tresandar a álcool e dizer à mãe "Mas eu não bebi nada, mãe, a sério!", sem estar a mentir.
- Aprendi que as pessoas que nos servem as bebidas e nos aturam as fitas quando vamos sair à noite com amigos, merecem todo o nosso respeito... Pois uma pessoa com um copinho a mais consegue ser extremamente desagradável por vezes.
Beijinhos
Cindy
- Aprendi que é possivel chegar a casa com a roupa manchada e a tresandar a álcool e dizer à mãe "Mas eu não bebi nada, mãe, a sério!", sem estar a mentir.
- Aprendi que as pessoas que nos servem as bebidas e nos aturam as fitas quando vamos sair à noite com amigos, merecem todo o nosso respeito... Pois uma pessoa com um copinho a mais consegue ser extremamente desagradável por vezes.
Beijinhos
Cindy
As 3 coisas mais importantes que aprendi neste Arraial
1- Que as portas estão sempre do lado mais longe e que menos jeito nos dá (de preferência, fazem-nos dar pelo menos uma volta ao técnico para cobrir uma distância de 20 metros), e que, para ajudar, os seguranças são tão omnipotentes que encerram os acessos à zona fora do recinto que lhes foi dito para guardar...
2- Que se pode fazer morangoskas sem morangos, e a vodka black também lá fica bem, e que por muito calma que esteja a noite, os pedidos de caipirinhas e afins surgem sempre quando nos falta algum igrediente, quando esgotámos as bases feitas ou quando estamos ocupadas noutra zona - e nunca em grupos de menos de cinco.
3- Que os amigos são como o Natal, encontram-se sempre que o Homem quer...até em pedras da calçada!
Protão
3 coisas que aprendi neste Arraial
ola!
antes de mais peço desculpa pelo atraso mas ontem não consegui mesmo!!
antes de mais peço desculpa pelo atraso mas ontem não consegui mesmo!!
3 coisas que aprendi neste arraial:
Ao contrário da maioria das caloiras este não foi o meu primeiro arraial. É claro que se adquirem novas vivências e foi de facto um arraial muuuuito divertido.
Aprendi a fazer novas bebidas, uns shots com a Mó, uma receita diferente de caipirinha e é claro que "aprendemos" sempre a trabalhar em equipa sob (muita) pressao, qdo se tem mil coisas para fazer e toda a gente sempre a pedir mais qualquer coisa... Aprendi um pouco de uma coreografia nos momentos mais calmos... "Aprendi" a improvisar (quando não temos exactamente o que nos pedem)...
bjs gds
Nestum
Arraial para a Média
Olá!
Beijoca
Média
Aqui vão as três coisas que aprendi no arraial:
- A aturar bebados: isto é, no final da noite fartaram-se de cravar bebida e fartei-me de dizer que precisavamos do dinheiro para a viagem aos açores...
- A conseguir convencer alguem a comprar uma "petrock": A ideia está muito engraçada, adorei a ideia das pedras com os olhos, mas o pessoal fartou-se de gozar e não percebiam o belo animal de estimação que poderiam levar para casa! Não entendo estas pessoas incensíveis!
- Aprendi o que é levar com um barril de cerveja nos pés: isto é, eu virei-me e depois "bumba" levei com o barril nos pés, ao que seguiu com ums berros por parte das outras pessoas que estavam lá, que assustou-me mais do que a propria pancada, e pronto no domingo quando olhei para o meu pé tinha um alto!
E pronto foi o meu arraial...
Beijoca
Média
As três coisas que aprendi no arraial
1- Fazer caipirinhas

• Corta-se o limão não descascado em pedaços.
• Colocam-se os pedaços de limão e duas a três colheres (sopa) de
açúcar.
• Esmaga-se com um socador apenas para liberar o suco do limão;
socadores, ou pilões, ou então na ausência destes utensilios esmaga-se
com a mão
• Adiciona-se gelo picado. Caso este não esteja picado: pega-se num
pano amarelo, pôe-se o gelo neste, pega-se nas pontas do pano a fim
de envolver o gelo e ,com firmeza, bater com pano contra qualquer
canteiro de flores do IST para para que o gelo fique picado
• Coloca-se a cachaça.
• Finalmente, a caiprinha é servida em copos baixos e largos com a
respectiva palhinha
2- Tirar cervejas e a trocar barris de cerveja
3- A ter paciência para aturar bêbados
• Acho que a imagem fala por si !!!! :)
• Corta-se o limão não descascado em pedaços.
• Colocam-se os pedaços de limão e duas a três colheres (sopa) de
açúcar.
• Esmaga-se com um socador apenas para liberar o suco do limão;
socadores, ou pilões, ou então na ausência destes utensilios esmaga-se
com a mão
• Adiciona-se gelo picado. Caso este não esteja picado: pega-se num
pano amarelo, pôe-se o gelo neste, pega-se nas pontas do pano a fim
de envolver o gelo e ,com firmeza, bater com pano contra qualquer
canteiro de flores do IST para para que o gelo fique picado
• Coloca-se a cachaça.
• Finalmente, a caiprinha é servida em copos baixos e largos com a
respectiva palhinha
2- Tirar cervejas e a trocar barris de cerveja
A cerveja em copos finos tem origem em Coimbra, Portugal, quando a cerveja de pressão era ainda servida em copos largos (como canecas) até que, os estudantes começaram a pedir cervejas em copos altos e finos,
daí o nome.
daí o nome.
3- A ter paciência para aturar bêbados
• Acho que a imagem fala por si !!!! :)
Quintal
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