segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Tarefa um - acampar
Poema agrupado em 'A'
E pintar a minha vida,
Com cores e música,
Num mística sinfonia.
Entrei para a TFIST,
Sem saber cantar,
Mas hoje o meu reflexo,
Já nem se consegue assustar.
A tuna está a começar,
Nem sei o que vai acontecer,
Mas tenho a certeza,
Que mais um parafuso hei-de perder.
A alquimia moderna ,
É achar a amizade,
Amor e ternura,
É a tuna da minha faculdade.
Entre veteranas e caloiras,
Entre uma festa e um sermão,
Alegro-me por saber,
Há sempre quem me dê a mão.
Quero a minha vida,
azul e branca como o céu,
quero ser como a TFIST,
onde em cada lugar, entrou e venceu.
Popota,
Entregue a 20-07-2009, 22h38
Num universo mais ou menos paralelo
Palavras
Um sonho de uma noite de verão
- Hey, hey! – Ouvi eu, uma voz a sussurrar. Já era demasiado tarde para quem quer que fosse me incomodar, portanto eu estava a sonhar…
- Mas que raio? Não me estás a ouvir? – E de repente senti umas leves pancadas na bochecha de algo pontiagudo e frio.
Cedi à curiosidade, e abri os olhos, e OH! Quem me dera que tivesse continuado de olhos fechados.
À minha frente estava um pequeno exército de parafusos com boca, olhos, braços e pernas, de várias formas e feitios, e cores, sendo que a sua única característica comum era serem muito brilhantes e terem um pequeno laço azul.
- Oh… Menos mau… Abriu os olhos! Estamos cá porque precisamos da sua ajuda – disse um dos parafusos, o mais brilhante de todos, que se chegou um pouco mais para a frente.
- Hum… Eu? Ajudar-vos? Em quê? - Perguntei algo desconfiada.
- Oh! Idiotice a minha! Peço desculpa pelas más maneiras - falou algo embaraçado o parafuso que estava mais brilhante e colocando um largo sorriso fez uma vénia - Eu sou a Pincel, coordenadora da Alquimia da Sinfonia!
Se toda a situação estava a ser estranha, agora tinha atingido o seu limite.
-Alquimia da Sinfonia? Hum… Isso é o quê? - Perguntei desconfiada.
-Nós mostramos! - Respondeu a Reflexo muito feliz. - Meninas! Prontas? Vamos a isto!
Em menos de um segundo, todos os pequenos parafusos juntaram-se tomando variadíssimas formas de instrumentos e produzindo uma bela música… Até que, ao formarem um violino, algo de muito errado se passou e reparei que o violino não estava completo.
-Alquimia da Sinfonia é um grupo de parafusos que acha que a sua missão está muito para além de ser aparafusado, e que por isso juntou-se e fez da música a sua vida… Com alguma magia é claro. -explicou a Reflexo.
-Isto é fantástico! Mas… O que aconteceu ao violino? Falta-lhe qualquer coisa… -comentei.
-Aí reside o problema! - Queixou-se Reflexo – Todos os parafusos são importantes, e com o desaparecimento da Pincel, o violino não tem o mesmo brilho, nem toca, pois era a Pincel que ficava responsável pela magia do violino… E nós queremos recuperá-la! E por isso, contamos com a tua ajuda!
Não estava a perceber como poderia ser útil àquele maravilhoso grupo de parafusos com nomes estranhos.
-Mas como é que eu vos vou ajudar? – Perguntei algo confusa.
-Duh! Nós não sabemos! O sonho é teu! - Disse a Reflexo irritada.
-Sim, pois realmente tens razão… - respondi algo envergonhada. – Porque é que te chamas Reflexo?
-Porque sou o parafuso mais brilhante de toda a Alquimia da Sinfonia.
-E a Pincel?
- Porque antes de vir para a Alquimia, era usada para pendurar quadros.
As minhas perguntas, na verdade eram para matar tempo. Apesar de ser o meu sonho, não fazia ideia do que iria fazer para encontrar a Pincel. Até que…
-Já sei, já sei! Toquem, toquem muito! Espalhem a vossa magia, toquem e encantem o mundo inteiro. Mas mais importante do que isso, mostrem sempre o vosso violino, para que todos possam ver que alguém fará sempre falta ali… Que apesar de um pequenino parafuso, ele é sempre, sempre necessário e que todos são importantes numa equipa. A Pincel irá ouvir falar de vocês, e de certeza que vai voltar!
-Tens a certeza? – Perguntou a Reflexo desconfiada.
Mas quando ia responder ao pequeno e brilhante parafuso, os raios de sol acordaram-me. Fiquei algo desapontada por não saber se a Alquimia da Sinfonia encontrou o seu pequeno elemento chamado Pincel, e durante alguns dias pensei sobre aquele sonho algo bizarro.
Até que, numa bela manhã, ao pé do meu despertador, estava um pequeno recado, com um laço azul que me era muito familiar:
Obrigada por me fazeres ver que sou importante na Alquimia da Sinfonia. Tive pena de não te conhecer! Talvez noutro sonho de verão…
Beijinhos,
Pincel
Poncha
Entregue a 20-07-2009, 21h27
A Visita Noctura – Um conto de terror em poema
O cansaço adormeceu-meNuma noite de inverno
E, ao fechar meus olhos vi
Um ser que jamais esqueci
Vindo das trevas do Inferno
Para um negro e escuro vale
Me arrastou o medonho ser
Onde, misteriosa, se ouvia
Uma leve sinfonia
Que me fez desvanecer
***
O som era agora forte
E provocou-me o despertar
Vi que estava no chão deitada
Por um coro de almas cercada
Que, ao som do órgão, ouvi cantar:
Kom, ta i ring. Og dansen vil ga hele natten!
Kom, ta i ring. Og dansen vil ga hele natten!
Que estranho canto era aquele
Que quase me possuía?
Queria-me libertar
Mas não conseguia gritar,
Meu coração já mal batia…
Com a força que me restava
Observei o círculo de almas.
Pelo ouro ostentado, diria
Possuírem dons de alquimia
Nas mãos gélidas e alvas
Enquanto o ouro admirava
Vi que algo cintilou
Um feixe de luar prateado
Reflectido no metal dourado
Me atingiu e ressuscitou!
Sanguis meus tibi non iam perbibendus sit…
Murmurei.
SANGUIS MEUS TIBI NON IAM PERBIBENDUS SIT!
Gritei!
E então o círculo de fantasmas
Gritou horrorizado
Eis que o meu feitiço resulta
E pela pantanosa turfa
Todo o grupo é sugado
Logo um nevoeiro subiu
Como se traçado a pincel.
Fechei os olhos, inspirei,
Quando os abri, acordei
Na minha cama de dossel
Recordei a visita nocturna,
Aquele sinistro espectro…
Oiço um estrondo, um para fuso quebrou
E no chão o meu espelho se estilhaçou!
Num dos pedaços, há um reflexo…
Kom, ta i ring…
Inspirações
Quadro: Night Visit, de Mark Ryden.
Canto dos espectros: Está em norueguês e significa «Vem, junta-te ao anel. E a dança durará toda a noite.». É de uma canção chamada Trollferd, de uma cantora Folk chamada Kari Rueslåtten.
Canto da rapariga: Está em latim e significa «Do meu sangue jamais te embebedarás.». Está presente na canção Façade of Reality, da banda de Symphonic Metal que é a minha banda preferida de todos os tempos: os Epica.
Local: As turfas pantanosas dos países nórdicos, que em tempos se julgava serem assombradas, e que se pensa agora terem sido altares de sacrifícios humanos, por lá se encontrarem frequentemente restos de cadáveres no nevoeiro.
Picos
A Estrangeira
Uma jovem, um país distante, um comboio velho, uma noite sem lua. Foi assim que tudo começou…
Depois de muitas noites de luar, de muito lutar e sonhar, foi naquela noite, que, num misto de tristeza e alegria cheguei ao lugar destinado. Vinha nesse comboio velho, nessa noite sem lua, acabada de chegar a esse país distante em que nem o olhar do único ser humano naquela carruagem ruidosa me parecia humano.
Senti um alívio ao finalmente chegar ao apartamento que me era destinado. Depois de alguns metros que percorrera desde a estação de comboios até ali, parecia que tinha caminhado toda uma vida. O frio entranhava-se nos ossos, a bagagem parecia pesar toneladas e até aqueles escassos metros pareciam a distância da Terra á Lua. Não se via ninguém na rua, tudo era escuro, escasso, distante e demasiado sombrio.
O apartamento! Abri a porta e pensei: - Será que tudo o que encontrava neste novo e estranho local tinha que me fazer sentir aquele arrepio na barriga, aquela sensação nos olhos que indica (qual indicador do painel de instrumentos), choro compulsivo em aproximação perigosa e eminente!? Mas não era só isso. Era algo maior e mais assombroso. Era o afirmar que deixava tudo para trás e que isto ia ser casa. Era o ser engolida por um enorme desconhecido. Era assumir a possibilidade deste sonho falhar, assumir fraqueza, derrota. Era o medo!
Quando dei por mim (depois de talvez minutos perdida nestes pensamentos), estava uma rapariga junto á porta, com uns enormes olhos azuis, cabelos quase tão brancos como a neve, a sorrir dizendo: - Hello! – Era a minha colega de casa, também estrangeira, a Anna. Não me apetecia nada estar ali a falar com ela sobre nadas e ainda manter aquele sorriso amarelo. Mas assim foi. Depois de apresentações e meia hora de conversa da treta, finalmente a Anna decidiu que eu devia estar cansada e que devia descansar. O momento perfeito! Por fim podia sair daquele canapé, que de velho tinha perdido a cor, perdido o conforto, perdido a vida! Tudo me doía depois de me levantar. Não sei se era do canapé e da sua falta de comodidade ou do meu coração.
Agora tinha que percorrer o longo caminho que me separava do quarto. Estava na hora de uma nova almofada, de fechar os olhos e acordar numa nova realidade. E quanto eu queria que toda esta aterradora realidade interior fosse apenas um sonho… mas na manhã seguinte tudo era igual. Nem o copo que estava na mesinha de cabeceira tinha deixado de me parecer menos velho e riscado. Só a réstia de sol que entrava pela janela podia transparecer que algo podia melhorar, a esperança de… Knoc, knoc! Era a Anna. Interrompia um meu desligado e errante pensamento, para me anunciar que estávamos atrasadas. Novamente com aqueles grandes olhos azuis e um enorme sorriso que só transparecia alegria.
Numa gigante correria despachei-me, saímos para aquele clima gélido e 15 minutos já estávamos de novo noutro edifício. Era enorme, todo de pedra, arquitectura imponente. Entrámos e um jovem, olhando o nosso ar de estrangeiras perdidas (depois de um breve olá e um demorado sorriso), indicou-nos o nosso destino. Pensei eu: - Que jovem simpático! Talvez valha a pena desfazer a mala e aceitar o desafio. Mas quando voltei a mim, voltou também a desilusão. Estávamos agora dentro de um gabinete demasiado pequeno, com um homem demasiado grande, que expunha (com uma arrepiante ordem e brio) um sem número de utensílios de escritório de diferentes cores e tamanhos. Sentámo-nos. Todos aqueles confusos sentimentos tinham rapidamente tomado conta de mim e nada daquilo fazia sentido… Aquele homem bujardado falava rápido demais e o meu fraco conhecimento da língua que falava fazia com que na minha face se espelhasse a expressão de quem queria fugir. E era verdade. Depois de quase uma hora deste suplício, não havia nada que tivesse melhorado. Antes pelo contrário, a Anna estava em amena cavaqueira com aquele estranho senhor, com um sorriso rasgado e agora ele imprimia mil e um papéis que, com uma incrível perícia e precisão, agrafava. Sempre num ciclo, que, para mim, parecia não terminar. Quando eram grandes molhos de papel, usava um colossal agrafador em metal, que com o mesmo cuidado e perícia colocava exactamente (quase com régua e esquadro) no mesmo local. Quando eram poucas folhas empregava um agrafadorzinho, pequenino e amarelo. Novamente, perdida neste mundo de infinitas folhas, continuamente impressas, agrafadas sem cessar, que recebo um safanão desmedido e vejo a Anna em pé. Tinha, na mão, todos aqueles molhos de papel e estava a despedir-se do senhor doutor cujo nome nem me recordo, nem nunca consegui pronunciar.
Tudo aqui ora acontecia excessivamente devagar, ora excessivamente depressa. Eu não estava a apanhar o ritmo desta música, era como se batesse palmas fora do tempo. Como podia passar a considerar casa este estranho lugar, rodeado de montanhas, frio, com pessoas que nem compreendia, uma casa sombria e velha e noites sem luar? Pensei que, quando chegasse de novo ao apartamento, ia pegar de novo nas malas e com um grande sorriso explicar á Anna que não podia ficar e educadamente desejar-lhe boa sorte para esta aventura que eu tanto queria desistir.
Depois olhei para a Anna, que era agora apenas uma estranha que me guiava por aquele imponente edifício, até que chegámos ao exterior Depois, no seu melhor inglês explicou-me tudo o que tinham falado no gabinete e entregou-me alguns molhos de folhas, também num inglês de esperança, que continham todas as informações, indicações, tudo que o precisava. Pelo menos, para que aquele sentimento tão sombrio se tornasse um pouco mais claro.
Tínhamos um encontro, ainda durante a manhã, com o grupo dos que iriam estar na mesma situação que eu. Até lá, desafiou-me a Anna, um pequeno passeio para explorar a zona. Fui um pouco a contra-vontade, pois apesar de uma pequena melhoria, nada me fazia aceitar definitivamente que ia ficar. Era o dilema… O frio contra os ribeiros das montanhas que me contagiavam. Era a comida que via na esplanada contra aquele céu limpo e as pessoas que agora passavam alegremente de bicicleta pela rua.
Após um breve deambular pela zona que circundava aquele majestoso edifício chegou a hora de conhecer aqueles que pensava em abandonar. Chegadas a uma sala espaçosa e com muita luz, a surpresa! Uns, como a Anna, rapidamente cumprimentavam todos, conversavam e riam, outros espelhavam a mesma expressão de horror que eu. Entretanto chegou um homem vistoso, alto e que em alto e bom som disse: - Hello! Welcome! I’m Steve! Seguidamente num tom afável, a um ritmo pausado, num inglês correctíssimo nos falou da sua experiência. História que afinal, não era assim tão diferente de tantos de nós que ali estávamos.
Todas as palavras ecoavam na minha cabeça como uma pedra lançada á água. Penetravam nos meus medos, preconceitos, tristezas, ideias e ecoavam trazendo algo totalmente novo e surpreendentemente alegre. Será que já não tinha que voltar á minha terra natal, admitir ao mundo que não tinha sido capaz?
No fim desta breve palestra colocaram uma pequena mesa com algumas iguarias da região, que o Steve, satisfeito, oferecia a todos. Quando me abordou, de pratinho na mão, com aqueles bolinhos que pareciam uma grande bola de qualquer coisa multicor e definitivamente intragável, não consegui esconder a minha expressão de terror. Depois pensei nesse antigo provérbio que tanto sentido fazia agora: “Em Roma, sê romano.” e a custo peguei no bolinho engolindo-o de uma vez. Depois de um leve sabor amargo tornava-se doce e agradável. Era estranho, mas bom. Talvez a forma de encarar esta situação fosse como aquele bolinho assustador que se tornou numa feliz experiência.
A realidade é exactamente essa. Foi necessária coragem, foi necessário ultrapassar o preconceito e experimentar esses bolinhos mesmo, que o aspecto não fosse o melhor. Este derradeiro desafio era afinal o concretizar de um sonho, uma experiência que não podia desistir assim facilmente. Foi precisamente esta a motivação que me conduziu ao longo de um ano de muita aprendizagem e crescimento para que um ano depois fosse eu a dizer. -
Minimina,
Entregue a 20-07-2009, 19h51
Tarefa #1 - Lista A
Algures por entre os bosques da remota ilha de Stradimunis, rodeado por inúmeros seres misteriosos que ecoavam sons que se fundiam numa bela e encantadora sinfonia, vivia um sábio homem de barbas brancas fiel seguidor de umas das mais antigas ciências, a Alquimia.
Conta a lenda que o velho sábio Nostrudium, olhando vagamente para o grandioso mar que envolvia a pequena ilha, encontrou um baú no centro de um radioso círculo, proveniente do reflexo da Lua sobre a água, flutuando em direcção à margem junto a cabana onde o Nostrudium vivia. O baú de madeira encontrado pelo venho sábio estava envolvido num leve manto de algas douradas.
O velho sábio curioso para descobrir o que se encontrava no interior do baú tentou forçar a elaborada fechadura de cobre que o fechava. Porém, admirado pela dificuldade em abrir o baú, optou por retirar a tampa de modo a poder ver o seu interior removendo parafuso a parafuso.
Passados alguns dias e admirados pela ausência do velho sábio, alguns habitantes da ilha de Stradimunis decidiram visitá-lo. Ao chegarem á cabana de Nostrudium, encontraram o baú de madeira aberto com um papel amarelado com as palavras “Opus Magna” escritas a pincel. Nostrudium nunca mais foi visto, desapareceu; e nunca se soube o que o velho sábio encontrou no baú naquela noite de luar.
Nos dias de hoje, onde outrora era a cabana do velho sábio, hoje é uma enorme mina de ouro. Acreditasse que o velho sábio encontrou na caixa a tão desejada pedra filosofal e que continua vivo no meio da enorme gruta a transformar qualquer metal em ouro.
Tarefa #1 - Lista B
Era uma vez
Numa galáxia distante
Vivia um macaco
Com o seu pequeno sextante
Foi lá parar
E andava sozinho
Precisava de alguém
P’ra lhe dar um carinho
Uma macaca, quem sabe
P’ra lhe fazer companhia
Para mostrar as estrela
Seja noite ou dia
Com tanta solidão
Foi até ao Sindicato
Exigiu companhia
Nem que fosse um sericato!
Como é que é possível?
Gritou o Macaco
Não havia ninguém
Para aquele desterrado
Vagueou pela galáxia
Foi até ao fim do espaço
Mas voltou sozinho
E sentou-se no terraço
Foi quando, ao fundo, viu a luz
E um grito muito agudo
Era a pequena Margarita!!
O Macaco ficou mudo
Sem palavras e acções
Pasmado ficou a olhar
Estranha vida era aquela
Por quem se iria apaixonar
As estrelas, finalmente
Mesmo sem sextante
Só com Margarita
Já nada era distante.
Tintim
Entregue a 20-07-2009, 15h04
Era uma vez...Lista B
Começaram mesmo a pensar que seria um macaco, ao mesmo tempo que achavam absurda essa hipótese…

Foi então que os astrónomos se revoltaram e pensaram “Isto não é o nosso trabalho, estudámos horas a fio para tirar o curso e descobrir novas coisas e agora mandam-nos servir comida e bebida? Nem pensar, vamos queixar-nos ao sindicato e assim ficamos a saber de uma vez por todas quem é o nosso chefe!” e assim foi. Largaram o astrolábio, o quadrante, o sextante e todos os outros instrumentos (gostavam dos métodos tradicionais) e foram queixar-se do seu chefe.
Passou algum tempo até ter resultado a sua queixa e, quando já pensavam que não tinha valido de nada, apareceram elementos do sindicato com quem tinham falado para verem a situação e desvendarem o mistério e pediram que os astrónomos estivessem presentes e… mal abriram a porta… apareceu um macaco e por momentos pensaram que fosse verdade o que tinham pensado, mas não, o macaco pertencia ao seu chefe assim como as catatuas, os papagaios, as araras e algumas espécies raras de animais tropicais. Chamaram a polícia que acabou por deter o chefe e resolver o problema num instante, não só o facto de os escritório estar cheio de animais como também o do trabalho que os astrónomos tinham que fazer e que não fazia parte dos seus deveres, podendo estes, desta forma, dedicar-se a 100% à sua investigação.
Mantiveram segredo dos seus colegas daquilo que estavam prestes a descobrir até que uns meses depois pediram ao seu novo chefe que fizesse um anuncio por causa da sua nova descoberta… uma nova galáxia, a galáxia TFIST!
O Macaco António
Acordou de manhã um dia
Virou-se para a mãe Macaca e disse:
Vou estudar Engenharia.
Estudou anos e anos a fio
Teve exames, projectos e orais
A mãe Macaca só lhe dizia:
Ó filho, nunca mais de lá sais!
Quando finalmente acabou
Voltou a casa com uma nova visão do mundo
O meu novo projecto vai ser, disse ele,
Conhecer o espaço a fundo
Ó filho, disse a mãe macaca,
No espaço há galáxias e estrelas
Há muito muito espaço
E pessoas nem vê-las!
Não te desgraces filho,
Vê se escolhes mulher e casas
Porque aos macacos ninguém dá nada
Nem dinheiro, nem asas.
Pois minha mãe,
Mesmo sem asas vou para o espaço
Vou construir um fogetão
E mostrar ao mundo o que faço
Com um compasso e um sextante
E alguma imaginação
Depois de muito esforço
Lá construiu o fogetão
Senhores da Ordem, do Sindicato e do Clube
Aqui está a minha obra
Agora que terminei
Tenho tempo de sobra
Sentou-se no terraço,
Com uma margarita na mão
Agora não tenho projectos
Acho que vou adoptar um cão.
Cindy
Entregue a 03-07-2009, 19h00
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Breve história da máfia
Estas organizações foram evoluindo e, nos anos 60/70 (que é a época mais conhecida da máfia, que tanto inspira filmes), funcionava por grupos familiares com um líder. Eram praticados lavagens de dinheiro, fraudes, homicídios... Tudo em prole da família. Ainda hoje a máfia perdura, tendo por base o mesmo conceito, embora seja mais sofisticado.
A expressão “máfia” acredita-se derivar de uma expressão usada durante a ocupação de Bourbon em Nápoles, que seria “Morte alla Francia, Italia anela!”. Juntando a primeira letra de cada palavra, forma-se “Máfia”.
Existem várias máfias, sendo que a mais conhecida e original é a “Cosa Nostra” – coisa nossa, nascida na Sicília. Existem também outras tais como a Camorra (napolitana e uma das mais poderosas) e Montalbano, da Calábria.
Actualmente existem grupos mafiosos espalhados por todo o mundo, apesar de a máfia italiana continuar a ser a mais conhecida.
Fontes – wikipedia, um site manhoso espanhol para a foto e os conhecimentos sábios do paizinho :P

